Code analysis tools: conheça as ferramentas de análise de código

O uso de ferramentas de análise de código se faz cada vez mais indispensável para o desenvolvimento de softwares.

Para garantir que a aplicação não apresenta vulnerabilidades, é preciso ter um acompanhamento contínuo da criação do código e seus testes.

Com tantos ataques maliciosos no dia a dia, é de suma importância prezar pela segurança de dados sensíveis e da disponibilidade do sistema.

A Insider oferece um sistema completo para as verificações de segurança, atendendo a mais de 18 tecnologias e 7 linguagens de programação.

Descubra como a análise de código pode ajudar a manter a segurança do seu projeto. Neste artigo, apresentamos as principais code analysis tools e quais ferramentas utilizar a cada etapa do desenvolvimento do projeto. 

 

Por que utilizar code analysis tools?

As code analysis tools, ou ferramentas de análise de código, são sistemas que auxiliam nas diferentes etapas de desenvolvimento do software.

Com essas ferramentas, o processo de revisão do código se torna mais assertivo e prático, economizando tempo e custos para as correções de vulnerabilidades e bugs do código.

Com os avanços de ataques mais frequentes e cada vez mais elaborados, a engenharia de software requer medidas preventivas ainda mais efetivas.

E a melhor forma de prevenir ataques e fortalecer a cibersegurança é implementando testes e tecnologias de segurança de dados.

Há duas vantagens principais em utilizar essas code analysis tools:

  • Garante uma boa gestão de  vulnerabilidades, com barreiras anti-ataques e sem brechas para invasões;
  • Economia de custos e tempo, realizando correções antes que a aplicação seja publicada.

 

Principais ferramentas e quando utilizar análise de código

Separamos abaixo as etapas de desenvolvimento do código e quais ferramentas são mais adequadas para a verificação de vulnerabilidades.

A aplicação desses conceitos podem variar, a depender do projeto e linguagem utilizada, mas os passos a seguir se aplicam a grande parte das aplicações web e mobile.

 

Planejamento

O planejamento é a primeira etapa do processo de desenvolvimento de software, quando um analista de requisitos colhe as informações necessárias para o resultado final do projeto.

Nesta primeira etapa, as medidas de prevenção a ameaças já podem ser aplicadas.

A threat modeling, ou modelagem de ameaças, identifica possíveis ameaças a um projeto, aplicativo, sistema ou processo de negócios. 

Essa ferramenta identifica vulnerabilidades, além de encontrar soluções que possam ser facilmente aplicadas ao surgirem estes problemas. 

Após o mapeamento de ameaças, o código pode então passar para a etapa de produção e dar início aos primeiros testes de segurança com code analysis tools.

 

Code review

Após a escrita do código, é recomendado que seja feito o code review. Esse processo pode ser feito de forma manual ou automatizada.

Porém, o ideal é que sejam utilizadas as duas formas de revisão do código, além de revisões contínuas a cada modificação ou atualização.

Dentro do processo de revisão, entra então a busca por vulnerabilidades. Para isso, a técnica mais comum é a SAST (Static Application Security Testing).

O SAST é a análise estática do código. Esta análise tem acesso ao código-fonte e realiza a busca por vulnerabilidades e erros.  

É um procedimento de execução rápida, com leitura de todo o código, que também pode ser feito com auxílio de plugins de IDEs (ambiente de desenvolvimento integrado). 

Dessa forma, a análise SAST realiza uma nova varredura a cada modificação. 

A vantagem do SAST é ser um teste de segurança de caixa branca, encontrando erros antes que o código seja executado.

Também é uma ferramenta que oferece suporte para diferentes tipos de linguagem de programação.

 

Compilação (build)

O build, ou compilação, é uma etapa importante para a publicação do código, que também requer atenção e uso de ferramentas de segurança.

É esta a versão do código que irá para testes, podendo ser a primeira ou não. O processo de compilação pode conter mais de uma versão até a publicação.

Isso aconteceu porque, ao realizar os testes, a versão compilada pode ser rejeitada se apresentar bugs e vulnerabilidades.

Nessa etapa, outras ferramentas de code analysis entram em ação, como é o caso do DAST (Dynamic Application Security Testing). 

O DAST é uma análise dinâmica do projeto, sem ter acesso ao código, como acontece no SAST.

Essa aplicação pode ser usada, muitas vezes, em conjunto com o SAST, para uma análise mais assertiva de todo o software.

O DAST tem uma execução mais lenta, onde é feita a análise por meio somente de uma url.

A partir da url, o DAST vai buscar por brechas de segurança em links e formulários, analisando requisições e respostas às requisições, disponíveis na aplicação.

O DAST é um teste de segurança de caixa preta, e os erros encontrados são mais complexos e caros para serem resolvidos. 

Isso porque a análise acontece com o código em execução, mas ainda antes do release.

 

Fase de testes

Com a aplicação pronta para a publicação, é indispensável que outros testes sejam realizados. É aqui que algumas ferramentas de análise de código se fazem mais importantes.

Nesta etapa, o software pode passar por diferentes ferramentas e técnicas de testes para encontrar vulnerabilidades, como é o caso do pentest e do IAST.

O pentest, ou tentativa de invasão, é um processo realizado por um “hacker do bem”, em que ele tenta invadir o sistema a fim de encontrar brechas que possam ser solucionadas antes que um vazamento de dados aconteça.

Esse processo de verificação da segurança pode acontecer de diversas formas, sendo dentro do servidor, com acesso ou sem acesso ao código, e até de forma remota.

O profissional responsável irá tentar invadir o sistema como um invasor malicioso faria, assim descobre-se  se o sistema está de fato impenetrável

O IAST (Interactive Application Security Testing) é a análise interativa do código, realizada por meio de instalação no servidor.

Essa ferramenta combina os testes de SAST e DAST, com monitoramento de requisições e binários da aplicação.

Ao instalar o agente no servidor, o IAST monitora os arquivos da aplicação e o tráfego de rede utilizado.

Dessa forma, ele é capaz de analisar todas as requisições do software e por quais arquivos essas requisições passam, buscando por possíveis vulnerabilidades que possam surgir com essas requisições.

 

Checklist

O processo de checklist auxilia os desenvolvedores a identificarem etapas que devem ser realizadas e pendências do código.

Após tantos testes, versões modificadas e varreduras, algo pode passar despercebido, ou até ser reportado, mas não ser resolvido. 

Para evitar que o software seja publicado com pendências, há uma ferramenta que pode sanar essas questões.O SCA (Security Composition Analysis) analisa os arquivos de dependências e verifica falhas que já foram reportadas em outros testes.

Essa ferramenta utiliza o banco de dados de vulnerabilidades já identificadas e reportadas, fazendo o cruzamento com as bibliotecas utilizadas e sinalizando se alguma falha ficou pendente para resolução ou se algum dado não corresponde com a proposta do código.

 

Por que utilizar a Insider na sua análise de código?

Ao utilizar ferramentas de análise de códigos, é comum encontrar programas que não suportem diversas linguagens de programação.

A Insider une diversas ferramentas de análise em um único scanner, atendendo às diferentes tecnologias de forma prática e ágil.

Com a Insider, é possível realizar análises dos tipos SAST, DAST e SCA, além da análise de riscos digitais (DRA), vazamento de dados sensíveis e possibilidade de gerenciamento de riscos.

O sistema oferece suporte para aplicações web e mobile, atendendo a mais de sete linguagens diferentes. Solicite hoje mesmo o seu teste gratuito e acrescente a Insider às suas code analysis tools



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